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terça-feira, 6 de março de 2012

TROCA E INSTALAÇÃO DE REATORES ELETRONICOS DE LAMPADAS FLUORESCENTES


Enviado por  em 23/07/2008
Demonstração completa da instalação de um Reator Eletrônico para acionamento de lâmpadas fluorescentes.



terça-feira, 24 de maio de 2011

DISJUNTORES DIFERENCIAIS - DR

O programa Hoje em Dia (rede Record) mostra os perigos envolvendo crianças e eletricidade.
Assista ao vídeo da Reportagem do programa Hoje em Dia, da rede Record, que destaca os perigos que as instalações elétricas oferecem às crianças e como os pais e os responsáveis podem evitar desagradáveis problemas em casa.
Veja aqui e confira ainda como funciona um disjuntor que desliga a energia elétrica caso algum objeto seja colocado no interruptor.

domingo, 22 de maio de 2011

LIGAÇÃO COM INTERRUPTOR PARALELO E INTERMEDIÁRIO

LIGAÇÃO COM INTERRUPTOR PARALELO

LIGAÇÃO DE 2 OU MAIS LAMPADAS = INTERRUPTOR SIMPLES

LIGAÇÃO DE LAMPADAS = INTERRUPTOR SIMPLES

sábado, 21 de maio de 2011

LÂMPADAS INCANDESCENTES E FLUORESCENTES

ILUMINAÇÃO
A melhor maneira de iluminar um local é aproveitar a luz natural emanada do sol. Isto , entretanto , nem sempre é possível, uma vez que existem a noite e os lugares em que a luz solar chega em quantidade insuficiente. Por este motivo, utiliza-se a iluminação artificial, que deve aproximar-se o mais possível da iluminação natural, sendo as lâmpadas elétricas as de melhor qualidade.

ILUMINAÇÃO INCANDESCENTE
Esta iluminação é resultante do aquecimento de um fio, pela passagem de corrente elétrica, até a incandescência. As lâmpadas incandescentes comuns, são compostas de um bulbo de vidro incolor ou leitoso, de uma base de cobre ou outras ligas, e de um conjunto de peças que contém o filamento, que é o mais importante. Os filamentos das primeiras lâmpadas eram de carvão, mas atualmente são de tungstênio, que tem um ponto de fusão de aproximadamente 3400°C. Esta temperatura não é atingida nem pela lâmpada a 1500 W (2700°C).
No interior do bulbo de vidro das lâmpadas incandescentes usuais é feito o vácuo, isto é, a retirada de todo o oxigênio, a fim de que o filamento não se queime, já que o oxigênio alimenta a combustão. Também se usa substituir o oxigênio no interior da lâmpada por um gás inerte. (nitrogênio e argônio)


ILUMINAÇÃO FLUORESCENTE
Esta iluminação é realizada por uma lâmpada fluorescente que utiliza a descarga elétrica através de um gás para produzir energia luminosa. Consiste em um bulbo cilíndrico de vidro, que tem em suas extremidades, eletrodos metálicos de tungstênio (cátados), por onde circula corrente elétrica. Em seu interior existe vapor de mercúrio ou argônio à baixa pressão. As paredes internas do tubo são pintadas com materiais fluorescentes, conhecidos por cristais de fósforo (Phosphor).





Ligação de lâmpadas fluorescentes
Na prática, denomina-se lâmpada fluorescente, um conjunto composto de lâmpada propriamente dita, reator, suporte e calha, se for de partida rápida. O tipo convencional ainda é composto por um starter.

Para ligar este conjunto à rede, é necessária a interligação de seus componentes. Esta operação só será possível mediante a leitura do esquema de ligação afixado no reator, que varia conforme o tipo de reator e seu respectivo fabricante.

Alguns exemplos de esquemas de ligação de reatores.

 Ligação de reator simples, tipo convencional


Ligação de reator simples tipo partida rápida


Ligação de reator duplo, tipo partida rápida

quarta-feira, 18 de maio de 2011

INTERRUPTORES

Interruptores são dispositivos utilizados para comandar circuitos elétricos, geralmente de iluminação. Podem ser unipolares ou bipolares.
Quanto ao número de teclas podem ser:



De duas ou mais seções: são utilizados para comandar várias lâmpadas ou conjuntos de lâmpadas independentemente


PRINCÍPIO DE FUNCIONAMENTO:

         Possuem uma ou mais teclas que abrem ou fecham o circuito, quando são pressionadas, devido ao contato de uma das extremidades da chapa metálica existente no interior do dispositivo, com o fio fase da instalação.
         Os interruptores devem ter capacidade de corrente suficiente para suportar por tempo indeterminado as correntes que por ele circulam. Os interruptores para instalações não industriais tem capacidade para 5A-250V ou 10A-250V. Para tensões de 220V, os interruptores de 5A-250V podem ser utilizados para cargas até 1100W e os de 10A-250V para cargas de até 2200W.
         Para lâmpadas fluorescentes, com reatores do tipo eletromagnético, onde há carga indutiva, o correto é utilizar interruptor especial, porém pode-se utilizar interruptor comum, desde que sua capacidade seja, no mínimo, igual ao dobro da corrente elétrica a interromper.


domingo, 1 de maio de 2011

DISJUNTORES

Disjuntor termomagnético

Tipos de Disjuntores Termomagnéticos
Os tipos de disjuntores termomagnéticos existentes no mercado são:
Disjuntores Termomagnéticos
Nota: Os disjuntores termomagnéticos somente devem ser ligados aos condutores fase dos circuitos.


O disjuntor é um dispositivo que, além de poder comandar um circuito, isto é, ligá-lo e desligá-lo, mesmo com carga, desliga-o automaticamente, quando a corrente que circula ultrapassa um determinado valor, em razão de um curto-circuito ou de uma sobrecarga.
Os disjuntores não devem trabalhar a mais de 80% de sua capacidade nominal.


Dispositivos DR 
São dispositivos que detectam a corrente diferencial-residual (DR) num circuito, e atuam desligando-o, quando essa corrente ultrapassa um valor prefixado.
A corrente diferencial-residual é produzida, num circuito, por fuga para terra ou por falta, e pode ser entendida como a corrente medida por um amperímetro alicate, extremamente sensível, envolvendo todos os condutores vivos do circuito (fase e neutro, se existirem). Os dispositivos DR são destinados à proteção de pessoas contra choque elétrico.

Os tipos de disjuntores diferenciais residuais de alta sensibilidade existentes no mercado são: bipolares e Tetrapolares
Disjuntores Bipolares e Tetrapolares
Nota: Os disjuntores DR devem ser ligados aos condutores fase e neutro dos circuitos, sendo que o neutro não pode ser aterrado.

Interruptores DR
São dispositivos que só protegem contra choques (podem ligar e desligar circuitos manualmente, como um interruptor comum). A corrente nominal é o maior valor que pode circular continuamente pelo dispositivo e que pode ser interrompido sem danificar seus componentes internos.






Disjuntores DR

Consistem num disjuntor comum, com um “módulo DR” acoplado, que protege contra choques e contra sobrecarga. A corrente nominal é o maior valor que pode circular continuamente pelo dispositivo sem provocar seu desligamento automático, nem danificar seus componentes internos.
Observem-se, a seguir, alguns exemplos de disjuntores termomagnéticos e dispositivos DR.










Corrente diferencial-residual e nominal de atuação

É a corrente diferencial-residual que provoca a atuação do dispositivo. Os DR cuja corrente diferencial-residual nominal de atuação é inferior ou igual a 30mA são de alta sensibilidade; aqueles cuja corrente de atuação é superior a 30mA são de baixa sensibilidade.
Em unidades residenciais, é obrigatória a proteção contra choques elétricos, com dispositivos DR de alta sensibilidade para:
• circuitos terminais que alimentem pontos de luz e tomadas em banheiro
(excluídos os circuitos que alimentem pontos de luz situados a uma altura igual ou superior a 2,5m);
• circuitos terminais que alimentem tomadas em cozinhas, copas, copas-
-cozinhas, lavanderias, áreas de serviço, garagens, varandas e locais similares;
• circuitos terminais que alimentem tomadas em áreas externas ou tomadas em áreas internas que possam alimentar equipamentos no exterior. Essa proteção pode ser proporcionada por um único DR de alta sensibilidade (geralmente 30mA), instalado em série com o disjuntor geral, ou como chave geral no quadro de distribuição. Segue abaixo a tabela de tipos de dispositivos DR’s:





sexta-feira, 29 de abril de 2011

SIMBOLOGIA GRÁFICA UTILIZADA EM PROJETOS ELÉTRICOS

Extraído de http://www.energibras.com.br/ajudatecnica/simbologia_grafica.html

Simbologia Gráfica Utilizada no Projetos
Sabendo as quantidades de pontos de luz, tomadas e o tipo de fornecimento, o projetista pode dar início ao desenho do projeto elétrico na planta residencial, utilizando-se de uma simbologia gráfica.
Neste fascículo, a simbologia apresentada é a usualmente empregada pelos projetistas. Como ainda não existe um acordo comum a respeito delas, o projetista pode adotar uma simbologia própria identificando-a no projeto, através de uma legenda.
Para os exemplos que aparecem neste Manual, será utilizada a simbologia apresentada a seguir.

SímboloO que representam
Quadro de distribuição

Ponto de luz no teto

Ponto de luz na parede


Tomada baixa monofásica e bifásica

Tomada média monofásica e bifásica

Caixa de saída alta monofásica e bifásica


Interruptor simples

Interruptor paralelo

Campainha


Eletroduto embutido na parede

Eletroduto embutido no piso


Fio fase

Fio neutro


Fio de retorno

Condutor de proteção

quarta-feira, 27 de abril de 2011

COMO INSTALAR SENSOR DE PRESENÇA

O Sensor de Presença de Teto é um comando inteligente que se destina ao acionamento de cargas temporizadas. Detecta a movimentação de fontes de calor como pessoas e carros, através de um sensor infravermelho, acionando a carga e desligando-a após a ausência, de acordo com o tempo programado. É ideal para o controle de iluminação de garagens, entradas de acesso, recepções, depósitos, almoxarifados e demais ambientes internos de residências, escritórios, condomínios, indústrias, hotéis e órgãos públicos.
Características Funcionais:
• Economia de energia de ~20 a 75%
• Aceita chamada auxiliar - interruptor tipo pulsador
• Alcance : 2,4m (altura) - 7m (diâmetro)
3,7m (altura) - 11m (diâmetro)
• Cobertura de : 360º
• Comanda qualquer tipo de lâmpada
• Funções de Programação - tempo, nível de luz ambiente e sensibilidade
• Recontagem de tempo automática pelo sensoriamento constante
• Proteção através de fusível
• Tecnologia SMD - microcontrolado
• LED indicador de funcionamento
• Utilizar em ambientes internos
Instalação:
Instalar no teto ou a uma altura máxima de 4 metros do piso. Na instalação posicionar o sensor levando em consideração as zonas-feixes frontais e tangenciais (conforme figuras: Padrão Visão de Topo e Lateral). O sensor infravermelho passivo PIR funciona comparando a temperatura quando é transposto pelo menos dois feixes (tangencial) e/ou duas zonas (frontal), de modo que, indo na direção frontal a detecção situa-se nas zonas C, B e A (menor alcance). Lembre-se que o foco da lente é angular (360º), ou seja, à medida que a distância linear aumenta também aumenta a distância entre os feixes (tangencial), podendo atingir cerca de 1,00m num raio de 3,7 metros, reduzindo assim a distância de detecção, por exemplo, num corredor.
Ao receber a primeira carga de energia elétrica a lâmpada pisca 1 vez indicando a inicialização do sistema, levando aproximadamente 1 minuto para completar o ciclo.

Instalação dos Sensores de Presença 3 Fios em Paralelo.
BAIXAR ESQUEMA ABAIXO DE http://fatoreletronica.com.br/esquemas/1.pdf



 Instalação dos Sensores de Presença 4 Fios em Paralelo.
BAIXAR ESQUEMA ABAIXO DE http://fatoreletronica.com.br/esquemas/2.pdf



BAIXAR OUTROS ESQUEMAS:
http://baixarpdf.net/como-instalar-sensor-de-presen%C3%A7a-pdf/
http://www.fazfacil.com.br/reforma_construcao/eletricidade_interruptor_
sensor_4.html





domingo, 10 de abril de 2011

ENERGIA ELÉTRICA - COMO ELA CHEGA ATÉ À SUA CASA




A Energia Elétrica chega até as nossas casas através dos postes de Alta Tensão das Companhias distribuidoras de energia elétrica da sua região, transformadas em Baixa Tensão e distribuídas através do PADRÃO DE ENTRADA DE SUA RESIDÊNCIA.
PADRÃO DE ENTRADA nada mais é do que o poste com isolador de roldana, bengala, caixa de medição e haste de terra, que devem estar instalados, atendendo às especificações da norma técnica da concessionária para o tipo de fornecimento.
Uma vez pronto o padrão de entrada, segundo as especificações da norma técnica, compete à concessionária fazer a sua inspeção.
Estando tudo certo, a concessionária instala e liga o medidor e o ramal de
serviço.
A norma técnica referente à instalação do padrão de entrada, bem como outras informações a esse respeito deverão ser obtidas junto à agência local da companhia de eletricidade.
Uma vez pronto o padrão de entrada e estando ligados o medidor e o ramal de serviço, a energia elétrica entregue pela concessionária estará disponível para ser utilizada.
Através do circuito de distribuição, essa energia é levada do medidor até o quadro de distribuição,
também conhecido como quadro de luz.

segunda-feira, 4 de abril de 2011

ELETRICIDADE 1 - ENERGIA

ELETRICIDADE 13 - A Arte de Cortar os Fios em Quatro

ELETRICIDADE 12 - Volts para ir Mais Longe

ELETRICIDADE 11 - Eletricidade em Movimento

ELETRICIDADE 10 - Entre o Quente e o Frio (Termoelétrica)

ELETRICIDADE 9 - Eletricidade e Água (Hidroelétrica)

ELETRICIDADE 8 - Energia Elétrica (Térmica, Hidraulica...)